o redemoinho
domingo, 22 de janeiro de 2023

Com auroras no coração

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Ilustração de Fernando Mendonça Como deixa bem claro logo na primeira piscadela, Antônio Carlos Alvim traz na bagagem do livro  O silêncio d...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Boi de Pindaré e os 50 anos de uma toada que rompeu preconceitos

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Antes cultuados apenas como objeto de estudo e admiração por intelectuais, professores e artistas, os cordões de bumba meu boi passaram a oc...
segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Os caminhos de Péricles

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  Péricles Rocha compõe parte significativa da história das artes plásticas no Maranhão das últimas quatro décadas. É um artista em tempo in...
terça-feira, 12 de julho de 2022

De Daomé à Casa das Minas, a rota de escravidão da rainha

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Rio - Ao perceber a presença de maranhenses na fila de autógrafos do terceiro volume da série  Escravidão  (editora Globo Livros), o histor...
sexta-feira, 27 de maio de 2022

A elegância em sépia na mochila

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Aqui e ali ainda haveremos de encontrar o sopro da quarentena nas folhas desses livros de agora – agora que parece uma eternidade! Inevitá...
domingo, 27 de fevereiro de 2022

Celso Borges, Chico Maranhão e uma oração ao tempo imóvel

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  Uma pena que a pandemia ainda persista e nos mantenha ilhados. Mas a saída, como de costume, é pela ponte. Ou pelas pontes, como a que o p...
2 comentários:
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Quando as cartas gritam

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As cartas não mentem. Jamais. O mantra cai como uma luva no livro recém-publicado da jornalista e escritora Maristela Sena dos Santos. Jogo ...
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