sábado, 29 de maio de 2021
30 anos da Coletiva de Maio
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Improvável falar de artes plásticas no Maranhão sem perscrutar, livremente, a última década do século XX. Pode não ter sido o período mais c...
sábado, 10 de abril de 2021
Inventário poético de um ano improvável
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Em meio a esse mundo doente, ao obscurantismo que nos tira o ar e a luz das ruas, ler poesia me parece ainda ser o melhor tratamento precoce...
terça-feira, 16 de março de 2021
A última que morre
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Entramos naquela quadra da pandemia em que o brasileiro, em particular, começa a perder o medo da morte e não se surpreende mais com os núme...
2 comentários:
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
O subtexto da história
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À margem da nossa história , fascículo que compõe a série Quadros da vida maranhense , engenhosamente organizada por Sebastião Moreira Duar...
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
Sarrar, verbo imprescindível
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Não viveu quem passou por essa vida sem ter sarrado. Não viveu quem não experimentou ainda que fosse aquele sarro às pressas, interrompido a...
domingo, 22 de novembro de 2020
Um poeta sentado no mundo
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Não espere aqui um poeta de terno e gravata com o meticuloso hábito de escrever versos nos finais de tarde de uma segunda-feira, depois do...
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
Cartas do futuro (1)
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Você era tão linda de máscara. O castanho escuro dos olhos, cílios guarnecendo suavemente as pálpebras, sobrancelhas com desenho delicado re...
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